A
avaliação fará parte de um processo inserido nos programas de
formação, em que consisti na mediação pedagógica, o que permite
que a prática avaliativa cumpra o duplo papel de regular as
aprendizagens e identificar seus resultados.
Para
que a avaliação, nesse processo, possa expressar as competências
desenvolvidas pelos indivíduos, faz-se necessário o devido
planejamento imbuído de três dimensões fundamentais: diagnóstica,
somativa e formativa:
- Diagnóstica: permite detectar os atributos que os alunos já possuem e utilizá-los para a estruturação do processo ensino-aprendizagem. Deve tentar recolher evidências sobre as formas de aprender dos alunos, suas experiências e conhecimentos prévios. Os instrumentos a serem utilizados podem ser: exercícios de simulação; perguntas orais; exame escrito.
- Somativa: permite identificar o nível de evolução dos alunos no processo de ensino-aprendizagem. A análise dos trabalhos deve ser feita não para julgar se estão bem ou mal realizados, mas para detectar os erros conceituais observados e as relações não previstas, o que permitirá levantar subsídios para que o professor ajude o aluno a progredir no processo de apreensão dos conhecimentos, desenvolvimento e aprimoramento de destrezas, construção de valores e qualidades pessoais.
- Formativa: apresenta-se como um processo de síntese de um curso ou um nível educativo, sendo “o momento” que permite reconhecer se os estudantes alcançaram os resultados esperados. Assim, será possível, por exemplo, propor aos alunos uma reconstrução do processo seguido, ou procurar fazê-los recuperar o momento em que aprenderam “mais” ou que desenvolveram novas competências.
O
docente, orientado pela coordenação pedagógica, terá liberdade
para aplicar diversos instrumentos de avaliação, formais ou
informais, dependendo da aplicação teórica ou prática da
atividade de ensino, visando sempre o bom aproveitamento pelos
alunos, dos conteúdos ministrados. Lembrando sempre de que a
avaliação de aprendizagem do aluno, é de responsabilidade do
professor do curso e será realizada de forma contínua e sistêmica.
(Art. 12; SE nº 81/2009)
Caberá
ao prof. coordenador interagir-se com os professores com o intuito
de conhecer as atividades desenvolvidas em sala de aula para que
possa motivar periodicamente, a partilha das boas práticas entre os
colegas.
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